• |
  • Iphone
  • |
  • Mobile
  • |
  • RSS
  • |
  • Twitter
  • |
  • Facebook
  • Siga-nos em:
  • Talk-show de Oprah vai acabar em 2011
  • 5 ideias para acabar com a malária
  • Novo canal sobre as alterações climáticas

Balanço final pode chegar aos 350 mortos

Irão: nenhum português foi vítima do sismo desta manhã

22.02.2005 - 10:43 Por AFP, Lusa, AP

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
O embaixador de Portugal em Teerão, José Moreira da Cunha, garante que nenhum dos 18 portugueses residentes naquele país foi atingido pelo forte sismo que abalou hoje a província de Kerman. As autoridades estimam que o balanço final de mortos possa chegar aos 350, numa altura em que as buscas mal começaram.

TV/AP

Os iranianos tentam retirar pessoas dos escombros

"Nenhum português foi atingido pelo sismo", afirmou o embaixador, acrescentando que "dos 18 portugueses que residem no Irão, 14 estão em Teerão, três moram na zona norte e um junto à fronteira com o Iraque".

O sismo, de magnitude de 6,4 na escala de Richter, atingiu a região de Zarand, na província de Kerman, no sudeste do Irão, que fica a cerca de 900 quilómetros da capital Teerão, "onde o abalo não foi sentido", explicou.

O novo balanço oficial, divulgado pelo Governo iraniano, indica que pelo menos 230 pessoas morreram e mais de 600 ficaram feridas. O porta-voz do Governo, Ali Komsari, indicou que 220 pessoas morreram em Zarand. Os números foram coligidos de acordo com as entradas nos hospitais.

O porta-voz do gabinete do governador de Kerman, Mostafa Soltani, disse à Associated Press que "é possível que o número final de mortos chegue aos 350".

O sismo ocorreu às 05h55 locais (02h25 em Lisboa) e atingiu essencialmente aldeias da região da cidade de Zarand, uma cidade pequena, no centro do Irão, onde residem cerca de 15 mil pessoas. Segundo o governador de Kerman, Mohammad Ali Karimi, "várias aldeias foram destruídas" pelo sismo.

As aldeias de Hotkan, Khanook, Motaharabad e Islamabad terão sido as mais afectadas.

A televisão estatal mostra imagens dos residentes a escavar entre os escombros, essencialmente de casas feitas com tijolos de lama, em busca de familiares e amigos sobreviventes.

O governador de Kerman adiantou à televisão iraniana que já foram enviados grupos de apoio de emergência para as aldeias atingidas, mas que ainda não foi pedida ajuda a outras províncias para fazer face aos estragos.

"Todos os hospitais em Zarand estão cheios e no limite da sua capacidade. Os hospitais da cidade não podem receber mais feridos", noticiou a televisão estatal.

  • 0 leitores
  • 0 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1216521

Comentário + votado

Comentar Critérios para publicação de comentários dos leitores

Restam 1200 caracteres

Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados.

Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.