• |
  • Iphone
  • |
  • Mobile
  • |
  • RSS
  • |
  • Twitter
  • |
  • Facebook
  • Siga-nos em:
  • Vacina da gripe A - lucidez ou paranóia? A escolha é sua
  • Massive Attack falam sobre os concertos de sábado e domingo
  • Talk-show de Oprah vai acabar em 2011

Autarcas reagem a relatório divulgado na semana passada

Metro do Porto: Junta Metropolitana considera "discriminatório" relatório do Tribunal de Contas

06.12.2006 - 23:08 Por Lusa

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
A Junta Metropolitana do Porto considera "injusto e profundamente discriminatório" o relatório do Tribunal de Contas (TC) à gestão da empresa Metro do Porto, divulgado na semana passada.

Estela Silva/Lusa (arquivo)

Os autarcas da região afirmam que o Metropolitano de Lisboa nunca mereceu um tratamento igual do TC

No relatório revelado a dia 27 de Novembro, o TC recomenda à Assembleia-Geral da Metro do Porto que reaprecie os vencimentos dos administradores não executivos, nomeadamente os cartões de crédito atribuídos para despesas de representação a Valentim Loureiro e Narciso Miranda.

O documento TC considerou "exagerados" os vencimentos que, acrescidos dos cartões de crédito da empresa, totalizariam 4494,75 euros mensais, e pediu esclarecimentos à administração da sociedade sobre "as razões que fundamentam" a atribuição destes benefícios.

Num comunicado lido pelo presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio, após a reunião desta tarde, a Junta Metropolitana considera que "provocar tão grande estrondo com elementos de gestão que são francamente melhores que os do Metro de Lisboa – que nunca mereceu do TC semelhante tratamento público – é grave, injusto e profundamente discriminatório para uma região que se orgulha dum projecto público que, até hoje, não tem paralelo em Portugal em termos de eficácia e empatia popular".

O documento, aprovado por 13 dos 14 presidentes de câmara da área metropolitana (Luís Filipe Menezes, autarca de Gaia, não compareceu) estranha que "das matérias abordadas no relatório final do TC, a par de pertinentes questões de carácter técnico, apareçam ilações e críticas de apreciação claramente política".

Considera ainda que "não é justo, nem eticamente aceitável" dar a ideia de que os administradores recebem a totalidade dos valores apontados, já que, por força dos mesmos, estão obrigados a abdicar de metade do seu salário como autarcas, o que reduz a soma efectivamente auferida para 750 euros líquidos – "25 por cento do publicamente divulgado".

Os autarcas estranham também que, no caso dos cartões de crédito atribuídos aos dois administradores, o TC tenha divulgado apenas o respectivo "plafond" de 1200 euros mensais, quando "os montantes efectivamente gastos são de cerca de 120 euros mensais".

A Junta Metropolitana decidiu solicitar uma audiência ao presidente do TC, Guilherme d´Oliveira Martins, no sentido de lavrar o seu protesto pela "lamentável situação criada" através das conclusões daquele relatório.

  • 21 leitores
  • 5 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1278946

Comentário + votado

Estes "fulanos" ainda têm o descaramento de reclam...

Estes "fulanos" ainda têm o descaramento de reclamar!! Deviam estar calados porque as acusações são ...

Anónimo

07.12.2006 07:55

Comentar Critérios para publicação de comentários dos leitores

Restam 1200 caracteres

Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados.

Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.